quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PROCURANDO JANELAS

Passos firmes para o quarto.
Decidido abri a porta.
Senti o ar diferente.
Venci o medo e entrei.

Impiedosa a porta se fechou.
Um baque forte atrás de mim.
E uma escuridão doente.
Desesperado eu gritei.

Agora tateio em busca da saída.
Na escuridão não o que ver.
A porta fechou e não vejo uma réstia.

Tropeço no chão, pulo sobre a viga.
Sinto a escuridão me vencer.
Procurar janela é tudo o que me resta.