Palhaços sem graça nas ruas.
Piadas ruins se repetem.
E Há quem aplauda de pé.
Enquanto eles se divertem.
Palhaços se revezam no palco.
Em frente de uma plateia inerte.
Que pagam com o preço da fé
O quadro sujo que eles subvertem.
Palhaços de caras limpas chegaram.
Fazendo macabros esquetes.
Pintando um quadro fantástico.
Mostram o que sempre mostraram.
Diante da plateia que se esquece
Do perverso que é o espetáculo.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Em Volta
Olhou em volta.
Procurava algo perdido.
Algo que destruiu com as próprias mãos.
Algo que não voltará.
Olhou em volta.
Em rostos conhecidos.
Mas tudo estava estranho
Agora que sua luz era uma réstia.
Procurou por todos os lados.
Mas era tarde.
Não se pode retornar
Ao ponto antes dos farelos.
Procurava algo perdido.
Algo que destruiu com as próprias mãos.
Algo que não voltará.
Olhou em volta.
Em rostos conhecidos.
Mas tudo estava estranho
Agora que sua luz era uma réstia.
Procurou por todos os lados.
Mas era tarde.
Não se pode retornar
Ao ponto antes dos farelos.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Guarde um Sorriso
Guarde um sorriso.
Para as horas sem graça
Para quando perder a piada.
E todos estiverem rindo
De uma tristeza disfarçada.
Guarde um sorriso.
Um último disfarce.
Para quando estiveres nu.
E todos te apontarem o dedo.
Guarde um sorriso.
Porque é o que podes conservar.
Quando tudo escapar entre os dedos
E tiveres que ocultar as lágrimas
Para as horas sem graça
Para quando perder a piada.
E todos estiverem rindo
De uma tristeza disfarçada.
Guarde um sorriso.
Um último disfarce.
Para quando estiveres nu.
E todos te apontarem o dedo.
Guarde um sorriso.
Porque é o que podes conservar.
Quando tudo escapar entre os dedos
E tiveres que ocultar as lágrimas
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