sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Macabros Esquetes

Palhaços sem graça nas ruas.

Piadas ruins se repetem.

E Há quem aplauda de pé.

Enquanto eles se divertem.



Palhaços se revezam no palco.

Em frente de uma plateia inerte.

Que pagam com o preço da fé

O quadro sujo que eles subvertem.



Palhaços de caras limpas chegaram.

Fazendo macabros esquetes.

Pintando um quadro fantástico.



Mostram o que sempre mostraram.

Diante da plateia que se esquece

Do perverso que é o espetáculo.