Quando a porta fechar não grite.
O eco te enlouquece.
Não existem palavras mágicas
Para desmanchar a escuridão
Quando a porta se fechar
Talvez não haja janelas.
Mas não morra encolhido no canto do quarto.
Encantado com as lamúrias
Dominado pelo desespero
Derrube as paredes, quebre o teto.
Mesmo que sua mão sangre.
Mesmo que a dor tente destruir teu corpo.
Não se acostume nem lamente.
Sobreviva.
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domingo, 22 de novembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Torres Gemeas
O Pó.
A dor.
A explosão.
O ódio.
O sangue.
As torres foram ao chão.
Tudo soterrado.
O dinheiro.
O poder
A ganância
O progresso.
O status.
As torres foram ao chão.
Tudo soterrado.
A Intolerância.
A fé.
O fanatismo.
O rancor.
A vingança.
As torres foram ao chão.
Tudo soterrado.
A Arrogância.
As lágrimas.
O poder
A resistência.
O dinheiro.
O fanatismo.
O Grande
Os pequenos.
A surpresa.
O desespero.
Tudo soterrado.
As torres foram ao chão.
Tantos pularam.
Mas todos caíram.
Só restam as ruínas.
O ódio, dor e vingança.
As torres foram ao chão.
Mas muitos ainda cairão.
A dor.
A explosão.
O ódio.
O sangue.
As torres foram ao chão.
Tudo soterrado.
O dinheiro.
O poder
A ganância
O progresso.
O status.
As torres foram ao chão.
Tudo soterrado.
A Intolerância.
A fé.
O fanatismo.
O rancor.
A vingança.
As torres foram ao chão.
Tudo soterrado.
A Arrogância.
As lágrimas.
O poder
A resistência.
O dinheiro.
O fanatismo.
O Grande
Os pequenos.
A surpresa.
O desespero.
Tudo soterrado.
As torres foram ao chão.
Tantos pularam.
Mas todos caíram.
Só restam as ruínas.
O ódio, dor e vingança.
As torres foram ao chão.
Mas muitos ainda cairão.
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